Era uma vez uma oliveira tão velha que mal se lembrava da sua primeira primavera. Ano após ano, crescia lentamente, pacientemente, e dava frutos, embora ninguém a observasse. As pessoas passavam apressadas, com os olhos postos no amanhã. Mas a árvore permanecia.
"O tempo é a única constante na vida», sussurrou o vento, «como a velha árvore aqui na colina."
As suas raízes bebiam profundamente da terra, os seus ramos estendiam-se para a luz e cada novo ramo lembrava: paciência, constância e silêncio dão os frutos mais doces. Quem permanecia em silêncio o suficiente podia ouvir a oliveira contar os anos – uma sinfonia suave do passado, presente e futuro.
Como Einstein disse: «Só o tempo é verdadeiramente constante», a oliveira mostra-nos:
"Quem vive com o tempo cresce eternamente."